Enquanto Figueirense tenta manter a boa fase, Atlético ainda busca a formação ideal.
Quando Figueirense e Atlético Paranaense entrarem em campo no próximo domingo (19/06) o árbitro Sandro Meira Ricci (DF) dará início ao 16° jogo entre as equipes, que tem o time catarinense como vencedor do duelo.
Por sinal, a equipe do Estreito leva ampla vantagem em relação ao time paranaense. São apenas duas derrotas diante do campeão brasileiro de 2001. Mas, quando as equipes entrarem em campo, todos estes números serão deixados de lado. Até porque com certeza o torcedor mais exigente do Figueira trocaria todas estas vitórias por apenas um pontinho no confronto mais importante da história entre os clubes. No dia 08 de novembro de 2008, Figueirense e Atlético se enfrentaram pela 34ª. rodada do campeonato nacional. Ambos lutando pela permanência na elite. O Furacão paranaense acabou levando a melhor.
Em situações complicadas na tabela, o jogo poderia selar uma das equipes que viria a ser rebaixada naquele ano. Depois de um primeiro turno regular o Figueirense teve uma brusca queda na segunda parte do campeonato. Do lado contrário, o Furacão, comandado pelo então ídolo Geninho, vinha em grande ascensão. O jogo tinha tudo para ser dramático. Uma grande festa e pressão da torcida da casa, e uma presença maciça da torcida atleticana, que promoveu uma grande invasão ao estado vizinho.
Até aquele instante a equipe rubro-negra só havia vencido o time catarinense uma unica vez em toda história e, naquele momento, sequer o empate serviria para equipe atleticana. Pelo lado do Figueirense, apreensão: O time havia conquistado apenas uma vitória nos cinco jogos anteriores. Uma derrota para um concorrente direto poderia decretar um rebaixamento até então inesperado. E foi o que, para tristeza dos catarinenses, de fato aconteceu. Totalmente inerte pelo bem armado time atleticano a equipe catarinense não esboçou resistência ao time rubro-negro. Após cobrança de falta do meia Netinho, Alan Bahia subiu sozinho para abrir o placar aos 23 min. da 1ª etapa! Melhor postado em campo e abusando dos contra-ataques a equipe atleticana soube ainda aproveitar o desespero do adversário e liquidou a fatura aos 19 min. do 2° tempo.
Até aquele instante a equipe rubro-negra só havia vencido o time catarinense uma unica vez em toda história e, naquele momento, sequer o empate serviria para equipe atleticana. Pelo lado do Figueirense, apreensão: O time havia conquistado apenas uma vitória nos cinco jogos anteriores. Uma derrota para um concorrente direto poderia decretar um rebaixamento até então inesperado. E foi o que, para tristeza dos catarinenses, de fato aconteceu. Totalmente inerte pelo bem armado time atleticano a equipe catarinense não esboçou resistência ao time rubro-negro. Após cobrança de falta do meia Netinho, Alan Bahia subiu sozinho para abrir o placar aos 23 min. da 1ª etapa! Melhor postado em campo e abusando dos contra-ataques a equipe atleticana soube ainda aproveitar o desespero do adversário e liquidou a fatura aos 19 min. do 2° tempo.
Após nova cobrança de falta de Netinho, Rafael Moura aproveitou o rebote do goleiro Wilson e, numa falha de cobertura da defesa do Figueirense, subiu sozinho para assegurar a vitória.
O resultado fez com que a equipe paranaense passasse a depender apenas de si para permanecer na elite. Já o Figueira, a partir deste jogo, passou a depender do tropeço do próprio Atlético, e de outras equipes. O time catarinense até que fez sua parte, vencendo os três últimos jogos no campeonato, mas, não contava com o também bom desempenho dos rivais na luta pela degola. Ao final, os pontos perdidos em casa acabaram fazendo falta para a permanência na elite do futebol nacional.
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